Produto sob Encomenda Esta obra denuncia em cores vivas algumas estruturas fechadas de poder no esporte brasileiro, neste caso o caratê. Detendo nas mãos o poder de decidir as oportunidades de cada atleta, esta condição induz à subserviência, à revelia de todo discurso corrente sobre esporte e cidadania. O atleta prefere a conivência, porque isto lhe parece mais seguro no sentido de manter suas chances. O dirigente comparece como referência autocrática, indiscutível e intocável, posando de democracia, seja porque trata bem os pupilos. Os autoritários sempre saber o que é melhor para os outros. A autora usa o conceito de “pobreza política” para designar esta condição de submissão acrítica, sinalizando a facilidade com que atletas de alto nível não reclamam seus direitos, preferindo confiar em dirigentes que se perpetuam no posto. Pobreza política significa a incapacidade de perceber a condição de massa de manobra e a possibilidade de se confrontar com ela. Esta condição empana a aura do esporte como exercício da cidadania, tendo como uma de suas regras mais caras a noção de “regras de jogo” de sentido igualitário. Autoridade indiscutível é excrescência medieval. Mas ainda estamos cercados por ela.
| Peso: | 0.18 kg |
| Número de páginas: | 164 |
| Ano de edição: | 2010 |
| ISBN 10: | 8579630215 |
| ISBN 13: | 9788579630217 |
| Altura: | 21 |
| Largura: | 14 |
| Comprimento: | 1 |
| Edição: | 1 |
| Idioma : | Português |
| Tipo de produto : | Livro |
| Esportes : | Esportes |
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