Flávia Martins de Carvalho ingressou na magistratura aos 44 anos, trazendo consigo a experiência de quem carrega na pele e na história os desafios de ser uma mulher negra em espaços de poder, como o Supremo Tribunal Federal (STF), onde assumiu o cargo de primeira juíza-ouvidora, e o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, ao qual está vinculada. A partir de uma perspectiva crítica e situada, desenvolveu, nesta obra — fruto de sua tese de doutorado —, uma reflexão teórico-epistemológica que articula Direito e Literatura. Valendo-se da escrevivência, conceito elaborado por Conceição Evaristo, propõe a noção de Jurisvivência, com o objetivo de ampliar os horizontes da imaginação jurídica e reafirmar o Direito como ferramenta de promoção da justiça social, racial e de gênero, em consonância com os princípios constitucionais. A autora nos provoca a imaginar uma sociedade livre do racismo e de outras formas de discriminação, e aponta, com coragem e sensibilidade, trilhas para tornar esse sonho possível.
| Peso: | 0.46 kg |
| Número de páginas: | 544 |
| Ano de edição: | 2025 |
| ISBN 10: | 6599741665 |
| ISBN 13: | 9786599741661 |
| Altura: | 23 |
| Largura: | 16 |
| Comprimento: | 1 |
| Edição: | 1 |
| Idioma : | Português |
| Tipo de produto : | Livro |
| Direito : | Direito |
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